Uma edição. Um colaborador. Um livro

Aproveite o tempo livre das férias e acrescente mais alguns desses livros à sua lista. Todos foram indicados pelos nossos colaboradores de Janeiro. E, caso tenha gostado de algum, é só clicar nos títulos que o link irá direcioná-lo ao melhor preço no Estante Virtual.

  • Tassiana Frank indica Jogo da Amarelinha, de Júlio Cortázar. “Esse é com certeza o melhor livro que eu li no ano passado. Cortázar consegue brincar com a nossa imaginação criando um labirinto de infitas interpretações sem um unico fim.”
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  • Rubens da Cunha indica Estar Sendo. Ter Sido, de Hilda Hilst. “O livro que estudei na minha tese de mestrado. O último livro de Hilda Hilst, aquele que confirmou completamente a minha paixão por essa escritora. Quanto ao livro, trata-se de uma espécie de acerto de contas, ou de resumo, da obra de Hilda. Todos os elementos que compuseram a sua obra estão presentes nesse livro: a poesia, o erotismo, a obscenidade, o grotesco, o choque entre o profano e o sagrado.”
  • Sérgio Bernardo está lendo e indica A Duração do Dia, de Adélia Prado. “[estou lendo] em doses homeopáticas, como faço com todo livro de poesia. Apesar de premiado pela Biblioteca Nacional como o melhor no gênero em 2010, não estou achando o conjunto de poemas mais feliz da autora. Mas tem belezas como essa: ‘Tenho natureza triste, comi sal de lágrimas no leite de minha mãe’.”
  • George Vallestero está lendo e indica A Teus Pés da poetisa brasileira Ana Cristina Cesar. “É o último livro de Ana, e único publicado por uma editora. Reúne os três livros anteriores de edição independente: Luvas de Pelica, Correspondência Completa e Cenas de Abril. Retrata com dor e elegância as vivências urbanas e as impressões cotidianas de uma poeta ao mesmo tempo densa e delicada.”
  • Cláudio Rosa indica Espelhos e Fumaças de Neil Gaiman (Deuses AmericanosLugar Nenhum, Coraline e do cultuado quadrinho Sandman). “Livro de contos de fantasia onde Gaiman mostra todo o seu domínio em contos que parecem sair de uma uma conversa que podemos ter com qualquer amigo ou com desconhecidos que encontramos a qualquer momento e ambientados nas mais tradicionais estórias conhecidas do Reino Unido.”
  • Marco Paulo indica Frankenstein, de Mary Shelley. “Um clássico que nunca vai morrer. Como não criar uma simpátia por um ser que, embora horrível, só quer ser considerado normal e aceito pelas pessoas?”.
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