Um Conto – Edição de Fevereiro

Algumas informações sobre a edição #5 já foram apresentadas no editorial, agora é a hora de vocês conhecerem mais de perto os colaboradores do mês de Fevereiro. Os atentos irão perceber que Diogo Almeida, autor do conto da vez, não aparece abaixo. Acontece que ele ainda não nos enviou suas informações, mas assim que recebermos, este post ficará completo com os sete responsáveis pela quinta edição da Um Conto – Revista de Literatura. 

RANDOLFO S. JR. (poema)

Randolfo nasceu na cidade de Uberaba-MG em 1975. Nos últimos anos tem publicado seus poemas e micronarrativas em coletâneas e revistas literárias. Posta seus escritos no Poetas Livres . É psicólogo e autor de Exposição de Motivos (Selo Vale em Poesia/Editora Multifoco, 2011).

MARCEL FERNANDES (poema)

Marcel Fernandes, natural da charmosa Antonina, litoral do Paraná, é graduado em Administração com Habilitação em Gestão Portuária. Artista visual, escreve poemas desde 2009. Como artista visual fez oito individuais e participou de dezenas de mostras coletivas no Brasil e Exterior. Como poeta foi selecionado para duas edições do Servir com Arte, no Estado do Paraná, sendo premiado em 2011. Colabora com o Jornal de Poesia Plástico Bolha e integra o Grupo de Estudos da Imagem Vão dos Olhos. Seu processo de criação é constante e tão importante quanto a obra final. Sua linguagem busca desenvolver uma estética capaz de traduzir suas impressões sobre o mundo contemporâneo. Atualmente está editando seu primeiro livro, com a colaboração de Felipe Wircker. Escreve no  atofração fatoimagemnarrativa.

KARLINE BATISTA (poema)

Karline Batista é cearense da bela e histórica cidade de Aracati. Graduanda em Letras pela Universidade Federal do Ceará é apaixonada por livros desde a infância, compondo suas primeiras poesias já nesta época. Em 2011, conquista a 2ª colocação no I Prêmio Alt Fest! de Poesia, em Olinda (Pe), com a erudita poesia “ O Decreto de Atempus e a Civilização Uróboro”. Em 2012 o “Canto Jaguaribano”, poema que homenageia sua terra natal, é selecionado para a edição de janeiro do projeto “Um poema em cada árvore” em Governador Valadares (MG) e ainda neste ano será lançado em antologia o poema vencedor do Prêmio Alt Fest!. Para conhecer mais sobre o seu trabalho acesse http://anancara.blogspot.com.

THAMIRES LOURENÇO (poema)

Thamires nasceu em 13 de julho de 1994 em Araçatuba, interior de São Paulo, onde ainda reside. Fã de romances policiais, tem como hobby, além da leitura e escrita, a fotografia. E autora do blog Le Volée e do poema Cavaleiro, premiado em 2011 no Concurso de Poesias Osmair Zanardi.

DIEGHO SALLES (poema)

Diegho quer ser poeta para ser amado através das palavras que escolhe escrever, porque se trai muito pelas que diz mesmo sem querer. Quer ser filósofo para estar mais próximo da razão ainda que dela muito duvide. Quer ser músico pela libertação de talvez sentir-se menos ateu. Quer acreditar nos olhos das pessoas, apesar de mentirem em muitas cores. Quer tudo, principalmente o Nada.  Expõe alguns de seus escritos no Entresaber-nos. Colaborou na Um Conto do mês de outubro de 2011.

FABIO LOPES (desenho)

Fabio é um cara sonhador, brincalhão, adora sair a noite. No momento está concluindo sua graduação em Artes Visuais. Pretende ser professor de Artes, mas seu sonho de verdade é ser Artista Plástico e poder mostrar sua arte para todos. Na sua opinião,  Arte não é para ficar engavetada, é para ser mostrada a todos.

Até a próxima! Não se esqueçam de nos acompanhar no twitter e facebook.

Editorial #5

Acaba de sair do forno mais uma edição da “Um Conto”. Nesse mês resolvemos dar uma pequena repaginada na revista. Você poderá encontrar nossa quinta edição com a capa clássica ou, se preferir, pode optar pela capa do mês, com uma ilustração assinada pelo artista plástico Fabio Lopes – que também é o responsável pela homenagem às putas da Rua Augusta no Quadro II.

Desde o fim de janeiro até hoje viemos recebendo inúmeros e-mails de possíveis colaboradores, graças às parcerias que estamos fazendo com outros blogs de literatura, principalmente com o Concursos Literários. Isso significa que tivemos um trabalho enorme para entregar a vocês o que está havendo de melhor na literatura brasileira contemporânea independente. E nessa saga nos deparamos com produções de todo o Brasil, como a delicada poesia da cearense Karline Batista, que preenche o Quadro IV com “Gaudí”. Temos também a singela poesia, com uma pitada de carnaval (afinal é época), da jovem paulista Thamires Lourenço, no Quadro V.

A abertura da revista ficou por conta da “Miopia” de Randolfo Júnior, poeta já publicado pela Editora Multifoco. No Quadro III, com muito esforço (e alguns descontentamentos) conseguimos escolher um poema do paranaense Marcel Fernandes (e como foi difícil decidir, afinal eram todos ótimos). Por fim, temos a presença de alguém já conhecido por  aqui. O Quadro VI marca o retorno de Diegho Salles à nossa revista – figura juizforana, participou da nossa primeira edição, e agora volta com “Parecer Fenomenológico Existencialista”. O miolo ficou por conta do surpreendente (quiçá emocionante) “Eu ando só”, de Diogo Almeida, pequeno conto com uma grande densidade psicológica.

Agradecemos a todos que participaram, estando na edição ou não. A revista desse mês já está nas ruas, nas esquinas (prostituindo literatura). Os que desesperadamente precisam da dose literária e não conseguirem encontrar um vendedor, entrem em contato conosco pelo e-mail revistaumconto@gmail.com, que lhes enviamos um exemplar pelo correio. No mais, é carnaval – serpenteie, confete, colombine e pierrote-se.

Saudações e até o próximo número.

UMA FOLHA. UMA IDEIA. UM CONTO. ALGUMA LITERATURA.

 

Conheça a Revista Macondo

A Revista Macondo, assim como a Um Conto, é uma revista independente, que seleciona materiais artísticos dos mais variados gêneros, como contos, poesias, ensaios, fotografias etc. Teve sua primeira edição lançada virtualmente em fevereiro de 2011, desde então a iniciativa só vem crescendo, ganhando cada vez mais adeptos e colaboradores. Com lançamentos trimestrais, chegou a sua quarta edição, nesta comemorando o aniversário de um ano de propagação da literatura e da cultura em geral.

A Revista Macondo #4 traz, além das obras nas categorias usuais, uma entrevista com Menalton Braff, duas novas seções (Crônica e Artigo) e produções literárias de Danilo Lovisi e Otávio Campos, editores da Um Conto. Clicando na imagem abaixo você poderá ler a revista virtualmente, ou, se preferir, baixe-a clicando aqui.

Uma edição. Um colaborador. Um livro

Aproveite o tempo livre das férias e acrescente mais alguns desses livros à sua lista. Todos foram indicados pelos nossos colaboradores de Janeiro. E, caso tenha gostado de algum, é só clicar nos títulos que o link irá direcioná-lo ao melhor preço no Estante Virtual.

  • Rubens da Cunha indica Estar Sendo. Ter Sido, de Hilda Hilst. “O livro que estudei na minha tese de mestrado. O último livro de Hilda Hilst, aquele que confirmou completamente a minha paixão por essa escritora. Quanto ao livro, trata-se de uma espécie de acerto de contas, ou de resumo, da obra de Hilda. Todos os elementos que compuseram a sua obra estão presentes nesse livro: a poesia, o erotismo, a obscenidade, o grotesco, o choque entre o profano e o sagrado.”
  • Sérgio Bernardo está lendo e indica A Duração do Dia, de Adélia Prado. “[estou lendo] em doses homeopáticas, como faço com todo livro de poesia. Apesar de premiado pela Biblioteca Nacional como o melhor no gênero em 2010, não estou achando o conjunto de poemas mais feliz da autora. Mas tem belezas como essa: ‘Tenho natureza triste, comi sal de lágrimas no leite de minha mãe’.”
  • George Vallestero está lendo e indica A Teus Pés da poetisa brasileira Ana Cristina Cesar. ”É o último livro de Ana, e único publicado por uma editora. Reúne os três livros anteriores de edição independente: Luvas de Pelica, Correspondência Completa e Cenas de Abril. Retrata com dor e elegância as vivências urbanas e as impressões cotidianas de uma poeta ao mesmo tempo densa e delicada.”
  • Cláudio Rosa indica Espelhos e Fumaças de Neil Gaiman (Deuses AmericanosLugar Nenhum, Coraline e do cultuado quadrinho Sandman). “Livro de contos de fantasia onde Gaiman mostra todo o seu domínio em contos que parecem sair de uma uma conversa que podemos ter com qualquer amigo ou com desconhecidos que encontramos a qualquer momento e ambientados nas mais tradicionais estórias conhecidas do Reino Unido.”
  • Marco Paulo indica Frankenstein, de Mary Shelley. “Um clássico que nunca vai morrer. Como não criar uma simpátia por um ser que, embora horrível, só quer ser considerado normal e aceito pelas pessoas?”.

Um Conto – Edição de Janeiro

É interessante observar o comportamento dos livros nas estantes durante o período de férias. Há um ar de espera por dentre as lombadas, as cores ficam mais chamativas, e todos os que ainda não foram lidos parecem se multiplicar. E isso porque eles sabem que seus donos estão, provavelmente, com mais tempo para lê-los (o que não significam que irão ler), e comportam-se dessa maneira, querendo ganhar existência pelos nossos olhos. Por todos esses motivos, e outros mais, sabemos que a Edição de Janeiro ganhou todas essas características no segundo seguinte à sua impressão. Portanto, não a decepcione: leia-a. E conheça abaixo os colaboradores do mês:

TASSIANA FRANK (conto)

Tassiana é graduanda em Letras pela UFJF. Escreve no Encontro e Desencontros. Apreciadora de arte em sua forma mais ampla,  participa de um grupo de estudos de Ficção Cientifica e Audiovisual além de um grupo de pesquisa linguística de análise etnometodológica do discurso. Faz ballet, é cinéfila e lê compulsivamente desejando do fundo de sua alma fazer da literatura a sua pura forma de viver. Co-edita a Um Conto.

MARIANA BOTELHO (poema)

Mariana Botelho é mineira da pequena Padre Paraíso, no Vale do Jequitinhonha. Formada em educação física, escreve desde os 12 anos. Antes do lançamento de seu primeiro livro, O Silêncio Tange o Sino (Ateliê Editorial), já figurava em periódicos literários como o Suplemento Literário, de Minas Gerais. Já foi entrevistada pelo programa Imagem da Palavra, do canal Rede Minas. Mantém o blog Suave Coisa.

RUBENS DA CUNHA (poema)

Rubens da Cunha, natural de Joinville, SC. Doutorando em Literatura pela Universidade Federal de Santa Catarina. Publicou “Campo Avesso” (2001), “Casa de Paragens” (2004), “Aço e Nada” (2007), “Vertebrais” (2008), “Crônica de Gatos” (2009). É cronista semanal do Jornal A Notícia, desde 2004. Mantém o blog Casa de Paragens. É editor, junto com o poeta Marco Vasques, da Revista Osiris – Literatura e Arte.

GEORGE VALLESTERO (poema)

George Vallestero, mineiro de 35 anos, é fotógrafo e cursa Letras na UFMG. Em 2009 criou o blog Retratos de Poesia com o intuito de promover um diálogo entre as imagens e as palavras e, sobretudo, dar vida para as suas poesias. Apaixonado pela música dos Beatles e pela poética dos poetas Manuel Bandeira, Carlos Drummond de Andrade, Murilo Mendes e Cecília Meireles, George Vallestero gosta de auto definir-se assim: “Não dito, Apenas digo… Sou isto, nada mais do que isto. Às vezes um pouco daquilo; outras, um terço disto. Mas, essencialmente… Sou isso. Isto que eu digo, bem ou mal dito, é somente isso. Partindo disto, nisto insisto e sou envolvido por isso. E, mesmo que eu diga… E Fique o dito pelo não dito; Sou basicamente isso.”

SÉRGIO BERNARDO (poema)

Sérgio Bernardo nasceu no Rio de Ja­neiro. É poeta e também escreve contos e crônicas. Come­çou na literatura em 1984 e recebeu prêmios em diversos estados do Brasil, várias cidades de Portugal e na Argentina. Está no documentário Um bonde chamado Santa Teresa (2006) falando um poema seu sobre o conheci­do bonde desse bairro carioca. Participou, em maio de 2009, das Jornadas Pessoa-Crowley, realizadas pela Casa Fernando Pessoa, em Lisboa, Portugal. Em setembro de 2011, foi convidado a dar palestra para estudantes na 2ª edição da Festa Literária de Marechal Deodoro (Flimar), em Alagoas. Foi o curador do Encontro Literário Sesc Nova Friburgo, realizado entre os dias 18 e 22 de outubro de 2011, contando com oficinas, palestras, roda de poesia, exposição de poemas e sarau literário. Figura em antologias no Brasil, Uruguai e Portugal. Publicou, em 2005, Caverna dos signos (poesia e narrativa), a convite da Secretaria de Cultura de Nova Friburgo/RJ, cidade onde mora. Em 2010, lançou Asfalto (poesia), pela editora Selo OFF Flip, lançado em agosto de 2010 em Paraty/RJ. Assina a coluna Sem poesia não dá, em parceria com o escritor Rodrigo Domit, no jornal virtual Sobrecapa Literal.

CLÁUDIO ROSA (poema)

Cláudio Rosa é um cara na casa dos 30, paulistano, escritor, roteirista, tradutor e dramaturgo. Teve textos publicados no livro Dedic Escreve Coletânea de Contos, Poesias e Crônicas, no jornal RelevO. Bloga no O Número 8, e é co-fundador e colunista no coletivo Texto de Garagem. Amante do bom cinema e do bom futebol, mesmo que ambos sejam coisas raras hoje em dia.

MARCO PAULO (desenho)

Marco Paulo é um jovem que gosta de aprender pelos livros e com o contato com pessoas de várias idades e  lugares. Está sempre na busca de aprimorar-se como pessoa e ainda tem esperança de que tudo pode ser resolvido se as pessoas acabarem com sua ignorância.

Bartolomeu Campos de Queirós (1944-2012)

Em novembro de 2011 estivemos presentes numa mesa redonda na qual Bartolomeu foi convidado, no Festival Literário de Cataguases. A vontade era ter em mãos papel e caneta para anotar todas as suas memoráveis falas. Além de premiado poeta, um ser humano que via na literatura um meio de transcendência humana, constantemente apoiando inúmeras iniciativas pró-leitura, como o Movimento por um Brasil Literário. Essa é a simples mas sincera homenagem da Equipe Um Conto.

Vá em paz, Bartô.

Manuscrito inédito de “A Hora da Estrela”

Em seus últimos anos de vida, Clarice Lispector escrevia fragmentos de suas obras em pedaços de papel, guardanapos, folhas de cheque e maços de cigarro. A maioria destes eram recolhidos por sua assistente Siléa Marchi e guardados num envelope, onde, posteriormente, a escritora os retirava e organizava para montar a história.  Algumas dessas anotações não entraram em nenhum livro, e fazem parte dos famosos e raros manuscritos inéditos da autora. Dentre estes, o mais recente divulgado foi um fragmento de A Hora da Estrela. Nessa bela passagem, que não entrou no livro, Clarice menciona a protagonista  Macabéa – talvez sua personagem mais famosa:  “Macabéa não sabia como se defender da vida numa grande cidade. Ela que tinha um sonho impossível: o de um dia possuir uma árvore. Que árvore, que nada: não havia nem grama sob os seus pés”.

Nesta página manuscrita, Marchi identifica o fragmento para a arquivação: “Macabéa quando vem para o Rio”.

Fonte

Um Troco

Queridos leitores, temos uma notícia para vocês. Ao iniciar o ano, fizemos um breve balanço de tudo que aconteceu em 2011. Chegamos à conclusão de que o preço cobrado pela revista no ano passado estava errado, o valor correto seria R$0,99. Como gostamos de ser retos com aqueles que nos mantêm na ativa, decidimos dar o troco (não no sentido pejorativo). Portanto, devolvemos o dinheiro de vocês com uma edição especial, com tudo aquilo que nos foi mandado e não entrou na revista mas que, de alguma forma, merece ser lido. O resultado está aí em baixo. A revista pode ser lida online ou pode ser baixada (GRATUITAMENTE – é claro) na nossa página de downloads.

Um bom troco para vocês.

Mixtape de Dezembro

Aí está a mixtape criada com as indicações dos colaboradores do mês de dezembro. A faixa escolhida pela Equipe Um Conto foi “In the morning”, do novo álbum da Mallu Magalhães, Pitanga, resenhado aqui. Clique no play e aproveite:

1. Bells – Lhasa de Sela (Ondjaki)

2. In the morning – Mallu Magalhães (Equipe Um Conto)

3. Deusa do Amor – Moreno +2 (Tiago Rattes)

4. Dia Branco – Geraldo Azevedo (Renan Duarte)

5. Neguinho – Gal Costa (Danilo Lovisi)

6. A Flor – Los Hermanos (Anita Assis)

7. Amendoim – Pato Fu (Alice Monnerat)

8. Sir Duke – Stevie Wonder (Lucas Viriato)

Uma edição. Um colaborador. Um livro

Mais um mês e mais uma edição. Como de praxe, aí vai a lista de livros indicados e comentados  pelos colaboradores de dezembro. Se interessou por algum? Clica no link que a gente pesquisou o melhor preço  na Estante Virtual.
  • Alice Monnerat está lendo  e indica A Carta Roubada e Outras Histórias de Crime e Mistério, de Edgard Allan Poe. “É meu segundo livro do Poe, logo em seguida do primeiro, que além de ter me prendido como há muito um livro não fazia, me conquistou pelo tom psicológico e irônico do terror presente nas histórias. Dá aquela vontade de ler trechos do livro pra todo mundo.”
  • Ondjaki indica O Silêncio Tange o Sino, de Mariana Botelho. “É um livro de estreia muitíssimo bom de uma (nova) poeta brasileira. Poesia simples, muito concentrada mas cheia de força e de vida. Certamente um dos novos nomes da literatura brasileira.”
  • Anita Assis acaba de ler e indica O Retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde. ”Um clássico da literatura mundial, denso e sempre atual.”
  • Lucas Viriato indica Sandman, de Neil Gaiman. “ História em quadrinho é muito legal. Neil Gaiman é o cara!”
  • Danilo Lovisi acaba de ler indica Uma Aprendizagem ou O Livro dos Prazeres, de Clarice Lispector. “Quando acabei de ler eu estava em outro lugar que não aqui. Um livro que te move, definitivamente. Um marco na literatura brasileira e na existência de qualquer leitor.”
  • Renan Duarte indica Os Vagabundos Iluminados, de Jack Kerouack. “O livro é uma viagem por um mundo possível de beleza na simplicidade das coisas; a felicidade na paisagem de uma montanha, na contemplação dos encontros, na festa, nos amigos, na meditação sincera. E, sobretudo, o desprendimento do que nunca foi importante de verdade, embora as pessoas sempre insistem em dizer que são. “
  • Tiago Rattes indica Grande Sertão: Veredas, de Guimarães Rosa. “Desde moleque a mineiridade me perseguia. “Grande Sertão” foi imprescindível na busca dessa identidade, e da compreensão dessa diversidade que é o estado onde nasci e escolhi viver para sempre. A linguagem de Rosa foi fundamental para um exercício de consciência de linguagem em minha prática literária. Os valores culturais e sociais que se estendem ao longo do livro “Deus” “Diabo” “Bem” “mal” aparecem na forma de uma dialética popular, rejeitando os maniqueísmos tão recorrentes nos tempos de hoje. Os personagens complexos serviram para eu comrpeender pessoas, que ao longo de minhas viagens pelo estado, me parecia tão simples, mas que na prática eram esse universo de coisas e vida, que Guimarães Rosa soube tão bem explicar.”